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NEOSHO, Missouri — Um fuzil AR-15 é o prêmio para uma rifa que pretende ajudar financeiramente um time de baseball formado por crianças entre 7 e 9 anos de uma escola na cidade de Neosho, centro-oeste dos Estados Unidos. A arma de guerra, mesma utilizada pelo autor do ataque a tiros que deixou 17 pessoas mortas em uma escola da Flórida na última quarta-feira (14/02/2018), não é considerada um objeto fora do comum para financiar um time infantil, de acordo com o treinador do time, Levi Patterson. Ao jornal "Kansas City", ele afirmou que deseja transformar a campanha em "algo positivo".

Vendedor da feira faz demostração com o AR-15: vendas aquecidas teriam ligação com temor de que arma seja proibida

Apenas quatro dias após um ex-aluno matar 17 pessoas a tiros em uma escola na Flórida, o Estado americano foi palco de uma megafeira de armas com modelos de todos os tipos acessíveis e demanda aquecida principalmente pelo AR-15, o fuzil usado por Nikolas Cruz, de 19 anos, naquele que é considerado um dos piores massacres na história recente dos Estados Unidos.

Deputado Peninha esteve na Schützenfest no ano passado. Foto Divulgação

A Schützenfest, realizada há 30 anos em Jaraguá do Sul, deve dar à cidade catarinense o título de Capital Nacional dos Atiradores. No dia 6 de fevereiro o deputado federal Rogério Peninha Mendonça apresentou, em Brasília, projeto de lei para chancelar a homenagem. “Além de garantir visibilidade nacional ao município, o objetivo é também divulgar o tiro esportivo como um esporte divertido, seguro e inclusivo”, argumenta o parlamentar.

Em três dias de competições no Intershoot 2018, torneio de tiro esportivo disputado em The Hague, na Holanda, o brasileiro Felipe Wu conquistou duas medalhas: uma de ouro e uma de prata. O vice-campeão olímpico participou ao longo do torneio, três disputas de pistola de ar. Em 1º de fevereiro foi campeão, no dia 2 de fevereiro ficou em quinto lugar e no dia 3 de fevereiro terminou na segunda colocação.

A imprensa e os intelectuais brasileiros adoram odiar a polícia, detonar os policiais, tratados como os verdadeiros criminosos, enquanto os criminosos são tratados como vítimas. Mas aqui nos Estados Unidos é diferente. Aqui a esquerda ainda não avançou tanto a esse ponto, e os policiais são admirados e respeitados. É por isso que Rafael Souza virou herói… nos Estados Unidos! Até o esquerdista Washington Post deu destaque ao ocorrido.

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