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O Brasil foi representado pela empresa gaúcha Taurus na Shot Show, maior feira de armas do mundo, realizada entre 17 e 20 de janeiro de 2017, em Las Vegas, nos Estados Unidos.

Na edição deste ano, a exposição contou com mais de 1,6 mil expositores, que mostraram o que há de mais recente em armas de fogo, munições e acessórios. 

Com sede em São Leopoldo (RS), a Taurus, empresa brasileira de capital aberto, está hoje entre as maiores fabricantes de armas leves do mundo. Tem três fábricas (RS, PR e BA) e emprega 3 mil funcionários. Há ainda uma unidade com 350 empregados nos EUA, maior mercado consumidor da companhia. Por lá, ficam 74% das armas vendidas pela empresa. O Brasil consome 18% e 7% são exportados para outros 80 países.


Em 2014, a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) ingressou no capital social da Taurus, passando a ser a sua controladora acionária. No Brasil, a empresa tem enfrentado muitos problemas, com severas críticas às armas fabricadas, que, segundo relatos, estão falhando e causando acidentes. Há, inclusive, um site intitulado Vítimas da Taurus, que reúne dezenas de relatos.

Treinamento é importante


Em entrevista ao Correio, concedida em Las Vegas, o vice-presidente de Vendas e Marketing da Taurus, Salesio Nuhs, diz que as armas comercializadas pela empresa são de excelente qualidade e que o mau uso, a falta de treinamento e de manutenção delas estão causando os problemas. "Falar mal da Taurus virou um esporte", critica.

Marco Salvany, diretor presidente da empresa, afirma que, desde 2015, após a fusão com a CBC e a Rossi, a empresa está focando sua atuação no pós-venda. Foi criado um site para dar instrução de segurança com as armas e de como fazer a manutenção dos equipamentos. Também conta com um canal de atendimento para os clientes.

Além disso, segundo Salesio, desde março de 2016, a empresa tem uma unidade de pronto atendimento. Caso algum cidadão ou instituição policial tenham problemas ou dúvidas em relação às armas fabricadas pela companhia, basta entrar em contato com a empresa, que poderá mandar um funcionário buscar a arma gratuitamente em qualquer lugar do Brasil para ser feita uma inspeção. “Queremos ser escolhidos no Brasil por fabricar uma arma que se deseja e não por falta de opção”, completa Salesio.  

Fonte: http://bit.ly/2mGTzXg


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